Arquivo da categoria: crônica

“O LAGO DO AMOR” – crônica de Gabriel Chalita

“…Olho para as minhas mãos envelhecidas e, com algum cuidado, resolvo pelo descanso em uma árvore um pouco seca que se faz ver nas águas do lago. Vejo a minha imagem também. A menina que corria, hoje, apenas lembra. Não … Continuar lendo

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A Procissão do amor – crônica de Gabriel Chalita

“A vitória de Cristo foi a vitória sobre o egoísmo. Antes dos acontecimentos finais, houve uma última ceia em que o partir do pão ensinou a comunhão, em que a humildade se ajoelhou para lavar os pés dos caminhantes. Há … Continuar lendo

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O carnaval e o barulho dos desejos – crônica de Gabriel Chalita

“Minha irmã Renata não é das leituras, se diz mais prática e mais objetiva do que eu. Ontem mesmo, ela me repreendeu. Estávamos em conversas de amigas. Gosto de receber na minha casa. Preparei uma pamonha com cheiro de interior … Continuar lendo

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SAUDADE, MÃE – crônica de Gabriel Chalita

“Quando você se foi, eu desalinhava os seus cabelos e dizia palavras de amor naquela cama de hospital. Eu dizia e ouvia a sua respiração e sentia uma paz tão linda. Subitamente, sem solavancos, sem alterações, você silenciou a vida … Continuar lendo

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“Um desamoroso jantar” é o título de minha crônica de Gabriel Chalita

“Quando nos conhecemos, um luar enfeitou a noite com tanta beleza que ousamos desacreditar da existência das sombras. E, assim, nos amamos pela primeira vez. E, sempre que havia luar, havia poesia de gratidão pelos nossos corpos sendo apenas um.” … Continuar lendo

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Onde vivem os poetas? – crônica de Gabriel Chalita

“Tenho saudade dos poetas que escreveram vida na minha alma e que me despertaram para escrever vida nas almas dos que encontro nos caminhos. Tenho saudade de tempos que se foram e que ainda vivem em mim. E que não … Continuar lendo

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Para a minha avó – crônica de Gabriel Chalita

“Nenhuma mulher tem que sofrer os abusos das violências em nome de Deus. Em nome de Deus, se ama. Em nome de Deus, se vive a felicidade dos encontros bons. Em nome de Deus, se renasce.” Por Gabriel Chalita Sou … Continuar lendo

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“O azul de Ana Helena” – crônica de Gabriel Chalita

“E, então, conheci Ana Helena. Era um dia acalorado no tempo e nas emoções. Havia sabores antagônicos. Vozes que diziam o certo e vozes que confundiam. E, entre essas vozes, a voz de Ana Helena era calmaria. O riso, ao … Continuar lendo

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“Feliz aniversário, Adélia Prado” é o título da crônica de Gabriel Chalita

… “Seus poemas são pedaços de amor da inteira que você é. Seus poemas abrem as janelas da alma que moram na gente. Ah, a Janela, do seu poema, palavra linda. Janela é o bater das asas da borboleta amarela.” … Continuar lendo

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Poça d’água – crônica de Gabriel Chalita

Poça d’água Por Gabriel Chalita Estava na calçada da casa verde que fica a duas quadras da casa em que vivo, quando um carro desajeitado me fez molhar o vestido mais bonito. Parei contrariada e perdi a alegria que me … Continuar lendo

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A vida do outro: sou vendedora de coco e sou visitante cuidadosa da vida do outro. Por aqui, passam histórias que surpreendem pelo incomum…

A vida do outro Por Gabriel Chalita Sou vendedora de coco e sou visitante cuidadosa da vida do outro. Por aqui, passam histórias que surpreendem pelo incomum. Comumente, desperto na solidão de uma cama, há muito desacompanhada.  Disso, falo outro … Continuar lendo

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“Cuidado para não pisar” é o título da crônica de Gabriel Chalita publicada neste domingo

Cuidado para não pisar Por Gabriel Chalita Acordei o dia antes de o dia me acordar e saí na ânsia de movimentar o mundo. Os sonhos, da noite curta, foram valentes e me trouxeram cenas que não consigo reproduzir. Enquanto … Continuar lendo

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Os buracos do alambrado – crônica de Gabriel Chalita

Por Gabriel Chalita O dia havia se espreguiçado além do costumeiro. Fiquei na cama rodopiando passados. Sou uma mulher do presente, mas, vez ou outra, me entrego à saudade. O tempo é uma costura de encontros e, então, as descosturas. O tempo … Continuar lendo

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Novamente uma estrela – crônica de Gabriel Chalita

NOVAMENTE UMA ESTRELA Por Gabriel Chalita O badalar preguiçoso do sino da Igreja avisa que é sobre morte. Esse ano a primavera resolveu descansar. E, então, o frio prolongado do inverno impediu renascimentos.  Foi assim que acordei. Triste de um … Continuar lendo

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“O legado de Seu João”- crônica de Mimila K Rocha

Seu João era um homem nascido no Interior de Minas Gerais. Mais especificamente no Norte daquele Estado. Até os seus 40 anos viveu na roça combinando o trabalho duro do campo e a arte da carpintaria. Dotado de habilidades especiais, … Continuar lendo

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