Paixão pelo imperfeito – por Mimila Rocha

Não me interessei pelo seu passado…

nem ao menos olhei seu jeito físico – a sua meiguice e o seu modo carinhoso já eram suficientes.

Sua profundidade era justamente sua curiosidade: ver, ouvir, conhecer experimentar…

Não tinha medo do novo!

Não era bisbilhoteira: sua originalidade estava no seu interesse de aprender mais.

Na vida não desprezava as oportunidades…

Ela era insólita – única, rara, extraordinária.

Aí estava sua beleza: não se apresentar na forma habitual.

E eu, que não acredito na perfeição absoluta, encontrei nela a minha segurança.

Mimila K Rocha

Sobre joaoantonio60

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